palavras e mais palavras

terça-feira, 10 de novembro de 2015

!!! É isto .

Até nem sou de comentar estas coisas por aqui. Sinceramente não tenho a mínima paciência para pessoas que insistem que só a opinião delas é a correta e que os outros são todos uma cambada de burros, otários e ignorantes, que nada mais fazem para além de se acomodar com o que acontece.
A verdade é que no dia 5 de Outubro exerci o meu direito de voto! O direito que o 25 de Abril me concedeu.
Hoje, passado pouco mais de um mês, o governo que foi eleito pelos portugueses caiu! E caiu não por ser constituído por pessoas leigas, não por não ter condições, medidas ou propostas para governar. Nada disso! O governo caiu porque, pura e simplesmente, a sede de poder, o anseio por estar no dito "poleiro" falou mais alto que tudo! Falou mais alto, inclusivamente, que o desejo do povo. E agora pergunto... Será isto democracia? Será isto respeitar os direitos dos portugueses? Para mim, seguramente que não!

Resta saber se esta palhaçada vai durar muito tempo.

Só tenho uma coisa a dizer: uma vez que os votos da coligação foram anulados, gostava mesmo muito de reaver o meu, talvez para nunca mais voltar a exercê-lo. Obrigada queridos políticos por me terem mostrado que, afinal, a democracia é um conceito vastíssimo, que mais não serve do que para servir (passo o pleonasmo) interesses pessoais de gente disposta a tudo!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Mais um...

Sim, já passou uma semana (o tempo passa rápido, pá!) que completei mais um aniversário. Já lá vão 21 anos e parece que foi ontem, isto segundo a senhora dona mãe, que parecia um gato esfolado, com meia dúzia de centímetros e um quilo e picos de peso. Ah pois é! Quem diria que isto se criava?!

Bem, mas agora vamos lá falar do meu dia. Aquele que eu intitulo como meu dia e que nada nem ninguém consegue estragar. Porque eu não deixo! Porque me permito a tudo, se pensar em mais nada!

Pois que foi muito bom. Este ano teve um sabor especial. Em primeiro lugar porque foi vivido com mais amor. Com o meu amor. Embora longe. E acreditem que foi o melhor aniversário que já tive. Depois porque recebi o melhor presente do mundo! Um bebé. Calma! Não é meu. É uma menina linda, minha prima/sobrinha, e que me encheu o coração de alegria. Só pode ser boa pessoa, para nascer no mesmo dia da prima, claro! Para além disto, passei o meu aniversário com os meus amigos. Aqueles de quem gosto e nunca me esqueço. Foi bom! Muito bom! 

Aos que se esqueceram de me felicitar, não se preocupem que não fico chateada. Têm uma nova oportunidade no próximo ano!




segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Cenas do coração

Acredito que na vida, nada acontece por acaso e que quando alguém entra nela, sem que nos apercebamos, algum motivo deve existir. 

Pois que, um dia, deu-me um "click"... Deu-me um Ai-Senhor-que-se-passa-comigo? E pronto. Foi aí que percebi que tinha permitido ao meu coração voltar a amar. Voltar a entregar-se a alguém. Sem medos. Foi aí que voltei a sentir aquele nervoso miudinho, traduzido em borboletas na barriga. Aquele palpitar do coração, tão rápido e incontrolável, que tinha a sensação de que me ia saltar por qualquer um dos buraquinhos que Deus Nosso Senhor me deu. Verdade! Foi aí que percebi que tinha de fazer alguma coisa. Que tinha de dar um passo e tentar a minha "sorte". Sim, sorte, porque nestas coisas do amor e do coração, ela nunca foi muito minha amiga. Enfim... Isso agora também não interessa nada. 
O problema é que sou uma pessoa tímida. Sou! Até podem dizer que não. Até podem gozar comigo quando mudo do cor dez vezes quando me envergonho... Mas a verdade é que sou. E não foi fácil dar o primeiro passo. Até porque no meio de tanta certeza, havia o medo e a lembrança de um passado menos bom. Que serviu para aprender, mas que me fez também muito mal. 
Mas vá... Não há nada que um ou dois (ou mais) copos não resolva, verdade? Pois! 
Foi há dois meses. E fazia tudo de novo. Foi há dois meses que entrei numa aventura que se transformou em amor e que me tornou uma pessoa mais feliz. Mais completa. Passados dois meses, voltei a permitir-me amar. Gostar de alguém para além de mim (sim, era um bocado egoísta). 

E agora vem aquele momento piroso, mas que me enche o coração:

Hoje posso dizer que gosto. Que adoro. Que amo! Porque ele me fez acreditar no amor. No amor para sempre! No amor verdadeiro. Bonito! Naquele amor que vemos nos filmes e que desejamos que, um dia, nos aconteça a nós. Tive sorte. Encontrei o homem da minha vida. Encontrei um companheiro para todas as ocasiões. Encontrei uma pessoa que me apoia e está do meu lado em tudo. Em todas as decisões que eu possa tomar. Boas ou más. Encontrei uma pessoa que me adora, que me ama. Como a amo a ela. E estou feliz! Sou feliz com ele. 

Queres namorar comigo para sempre? 


Voltei!




terça-feira, 1 de abril de 2014

Carta a S. Pedro

Chuva, vento, trovoada (me-do)... A sério, S. Pedrito? Não achas que já está na hora de alegrares os corações do pessoal e mandares para cá o sol e os dias bonitos? 
É que tu, que estás aí em cima, todo bem refastelado, não tens a noção do que é andar por aí com este tempo. Abre guarda-chuva, pisa as poças, leva banho dos carros, fecha guarda-chuva, fica toda molhada... Opa! É que não há paciência. Ainda por cima, tendo em conta que já estamos em Abril! Abril, meu amigo! Não tarda nada é Verão... Pois!
Eu até gosto do Inverno, tu sabes. Gosto das mantas e do aquecedor. Mas já chega sim?!? 
Vá... Tu até que és querido. Tem lá em consideração esta tua amiga que te escreve. Vais ver que se me fizeres a vontade vais subir uns valentes pontos na minha consideração.
Sê fofinho, S. Pedrito!

Vá...