Quando era pequena e viajava de férias com os meus avós, o Sr. Joaquim tinha o hábito de me levar ao aeroporto, somente para passear. sublinho. E ali ficava eu, horas a fio, a ver os aviões descolar e aterrar... para lá e para cá, para lá e para cá....
Podem pensar que isto é uma autêntica parvoeira, mas não é, meus queridos e queridas.
O engraçado é que, ainda agora, quando me sinto triste ou com o humor abaixo de ZERO (como é o caso de hoje), pego no meu Faísca e lá vamos os dois, amigos inseparáveis, ver aquelas coisas grandes que, sabe-se lá porquê, me trazem uma paz de espirito inexplicável. Sou menina para ficar a ver aviões o dia todo, se me deixarem. A sério que é verdade. Se um dia tiverem oportunidade, experimentem.
Nestes momentos parece que sou eu quem ganha asas e sou transportada para os mais variados destinos, de preferência com frio e muitos locais para visitar. Tipo... Londres, vá... Ai se eu gostava de lá ir... Mas depois falo-vos um pouco desse meu sonho.
Gente, se há momento libertador nesta vida, é este de ir ver os aviões! É fan-tás-ti-co!
Aconselho.
(o meu pai diz-me para ser hospedeira. Devia ser engraçado...)
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